domingo, 1 de julho de 2012

PEN, PARTIDO ECOLÓGICO NACIONAL. ou PARTIDO EVANGÉLICO NACIONAL?


Ontem li que um menino de 15 anos foi brutalmente assassinado e jogado num rio em Volta Redonda,RJ,  mais uma vítima da homofobia. Quantas pessoas mais vão precisar morrer para que a base religiosa entenda que isso vai além dos seus dogmas? Agora um novo partido foi criado para se juntar a essa base, o PEN, criado pela Igreja Assembléia de Deus. Com isso o estado laico sofre, os cristãos são confundidos com essa gente criminosa que falam por eles, e a palavra de Deus é distorcida. Mas a volta por cima não virá dos movimentos homossexuais, que só se interessam em organizar as paradas, mas dos próprios religiosos, os verdadeiros, que entenderam que Deus não mata, não exclui, não segrega. e respeita e ama a todos, até aqueles que não acreditam que Ele exista.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Entrevista exclusiva com Elza Soares

Entrevista exclusiva com a melhor cantora do milênio, Elza Soares 

quarta-feira, 21 de março de 2012

Brasil Clichê!

Ah esse coqueiro que dá coco!


Agora descobriram fraudes nas licitações. Agora descobriram? Que ingenuidade ! A que ponto chegamos? Que país é esse? São tantos escândalos, desvios. Sem falar no que o povo sofre no dia a dia. Um transporte público criminoso, deficientes que além de humilhados são agredidos, hospitais que são verdadeiras câmaras de tortura! Pagamos o imposto mais caro do mundo pra sustentar salários altíssimos dos políticos e falar disso tudo é clichê, é clichê falar de desigualdade.

Roubam os cofres públicos, matam mendigos, espancam gays, humilham deficientes, roubam quem perdeu tudo numa enchente e repetir isso é clichê. E a culpa disso tudo é sua! A culpa é minha, que botamos a culpa em alguém e não assumimos. A gente liga a TV e vê como o Japão se recuperou de uma tragédia no qual jamais veremos igual e como eles se preparam para isso não se repetir, enquanto aqui o povo da serra fluminense continua sem enterrar seus mortos e sem ter dinheiro pra recuperar suas vidas, esse dinheiro existe, mas foi roubado! E tantas outras atrocidades espalhadas pelo país inteiro.

Nossos representantes sempre conseguem desviar a nossa atenção e tornam, por exemplo, um crucifixo pendurado ou não na parede de um prédio público mais importante do que os crimes que cometem. Querem discutir se somos ateus, espíritas, cristãos laicos e o escambau! Podemos ser qualquer coisa, menos cidadão! E o que importa mesmo o povo não sabe, e não quer saber. Aliás, saber pra que? Pra postar sua indignação no Facebook? Sim, porque a rede social está transbordando de revolucionários, de patriotas indignados. E nas ruas, nas ruas são tão podres quanto os que estão em Brasília. Eu, você, eles! Não há diferença.

Criticamos o superfaturamento da copa, criticamos o preconceito dos políticos ultraconservadores, criticamos quem vê Big Brother, criticamos quem fuma maconha, quem não fuma, criticamos, criticamos, criticamos, e nos esquecemos de agir. Esquecemos de olhar para nós e perguntar: o que EU faço pra mudar o Brasil? Se alguém pergunta isso, logo outro alguém responde: “Eu não posso fazer nada, quem tem que fazer são os políticos”.

A quem diga: “Político é tudo igual” eu prefiro dizer que “Brasileiro é tudo igual”. Hipócritas do Oiapoque ao Chuí. Agora você volta postar suas indignações no Facebook, eu volto a postar as minhas no Youtube. E a verdade continua lá fora!

Tiago Atzevedo

segunda-feira, 19 de março de 2012

Entrevista Exclusiva PARTE 1

Narcisa Tamborindeguy me recebeu em seu apartamento para um bate papo muito divertido, claro se tratando de Narcisa não podia ser diferente.
Assista a PRIMEIRA PARTE esse bate papo!

Entrevista Exclusiva PARTE 2

Narcisa Tamborindeguy me recebeu em seu apartamento para um bate papo muito divertido, claro se tratando de Narcisa não podia ser diferente.
Assista a SEGUNDA PARTE esse bate papo!

quarta-feira, 14 de março de 2012

quarta-feira, 7 de março de 2012


Projeto de lei aprovado em primeira discussão na ALERJ (Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) possibilitará com que servidores da área de segurança pública (polícias e bombeiros) use seu tempo livre para prestar serviços à corporação, dessa forma ganharão como hora extra. O Projeto deverá ser aprovado em segunda discussão e em seguida será enviado para aprovação ou veto do Governador Sérgio Cabral.

DEPUTADO PRETENDE CRIAR COMISSÃO PARA ACOMPANHAR BANCO DE HORAS DA PM

Uma comissão parlamentar para o controle do banco de horas extras dos servidores da Polícia Militar poderá ser criada este ano caso o projeto de lei 996/11, aprovado pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), em primeira discussão, no último dia 28, seja transformado em lei. O texto instaura no estado um programa de estímulo para PMs dedicarem parte do tempo livre a serviços extraordinários na corporação.

Assista a matéria ao vivo pela TV REDE PETRÓPOLIS as 19:30. se você não é de Petrópolis também pode acompanhar o Jornal Panorama ao vivo pelo site www.tvredepetropolis.com.br

Não esqueça, as 19:30h! Logo depois da matéria ao vivo você poderá assistir a entrevista completa com o autor do projeto, deputado Flávio Bolsonaro aqui no blog.


Tiago Atzevedo

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Prêmio Anu



ANU PRETO - Símbolo da CUFA

O Anu-Preto é um pássaro presente em todo o Brasil, encontrado em pastagens, campos, jardins, entre outras áreas abertas. Durante o período colonial, os portugueses e espanhóis usavam este nome para insultar os escravos e as pessoas de pele muito negra. O tempo foi se tornando aliado do preconceito contra esse pássaro, bem como contra os negros, fazendo com que a ave fosse culturalmente odiada pela população. A ave se transformou oficialmente no símbolo do agouro.

A CUFA, mantendo a sua posição de quebrar os paradigmas, sobretudo os aplicados contra a população já estigmatizada, escolheu o pássaro Anu como o seu maior símbolo, a fim de fortalecer a cultura negra.

O PRÊMIO

Idealizado e realizado pela CUFA – Central Única das Favelas – O Prêmio Anu tem como principal objetivo destacar ações de toda natureza desenvolvidas dentro de Favelas em todo território nacional que contribuam para o desenvolvimento humano e social desses espaços. Identificando ações que tragam um novo significado para esses territórios e novas formas de convivências, o Prêmio Anu volta o olhar para essas iniciativas que colaboram diretamente para a melhoria de vida dos moradores, desconstruindo assim o estigma imposto a esses espaços e suas populações buscando a consolidação de uma sociedade mais justa.

O Prêmio Anu é muito mais do que um prêmio, mais que um símbolo; é o reconhecimento das ações desenvolvidas na busca do sentimento de vitória dos que nasceram invisíveis, por conta de sua condição social, e fazem a diferença.

O surgimento da CUFA partiu desta busca - da crença no protagonismo de milhares de jovens invisíveis que hoje têm voz, identidade e respeito. A partir de 2001, insistimos e conseguimos aproximar a favela do asfalto, promovemos encontros sempre acreditando que potencializar diálogos é a melhor forma de inserção. Ganhamos força política, pautamos, emponderamos e transformamos a vida de pessoas ao simplesmente lhes dar acesso ao que antes era inalcançável.

Em 2011 esta jovem organização celebra 10 anos de existência formal, e seguindo as comemorações, parabenizamos as Favelas de todo o Brasil pela luta em demonstrar seus valores. Parabenizamos os atores sociais, que interferem em prol da qualidade de vida nas regiões em que trabalham conscientes, sobre a necessidade de equilíbrio entre os poderes que se exercem sobre cada espaço, parabenizamos aqueles que mediam a paz e são encarregados diariamente pela transformação social, educativa, esportiva das Favelas.

O Prêmio Anu 2012, com o tema "Parabéns pra você" vem somar na grande celebração do aniversário de 10 anos da CUFA e faz da festa seu tema nesta edição. Nesses 10 anos a instituição trabalhou a fim de abrir espaços para as expressões artísticas que surgem nas áreas marginalizadas pelo mercado do entretenimento, educacional e do esportivo, contando a realidade a qual representa através de filmes, músicas, teatro, festivais. Demonstrando, de maneira concreta, o verdadeiro papel dessa organização na sociedade, pois essas expressões têm seu reflexo na formação da cidadania de jovens que vivem em zonas desfavoráveis, além de estimular sua auto-estima.

A CUFA vai ao encontro de ações realizadas em favelas de todo o país no desejo de igualdade, liberdade, compromisso e valorização da vida humana. Assim o Prêmio Anu unirá todas essas iniciativas exaltando suas mobilizações e atitudes.

Acreditando na integração como a forma mais eficaz de integração social, a CUFA escolheu o Teatro João Caetano do Rio de Janeiro para essa festa de cidadania.

Apesar de todos os estigmas as Favelas têm mais de um século de histórias e realizações e ao longo desse tempo, contribuíram para a formação da identidade cultural e social do país. Em meio ao momento singular de renovação dos movimentos sociais, o Prêmio Anu busca revelar aqueles que, apesar das dificuldades, interferem diretamente no dia a dia de suas comunidades com iniciativas para promoção do bem estar geral na busca de uma real integração social.