domingo, 1 de julho de 2012
PEN, PARTIDO ECOLÓGICO NACIONAL. ou PARTIDO EVANGÉLICO NACIONAL?
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Entrevista exclusiva com Elza Soares
quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Brasil Clichê!
Agora descobriram fraudes nas licitações. Agora descobriram? Que ingenuidade ! A que ponto chegamos? Que país é esse? São tantos escândalos, desvios. Sem falar no que o povo sofre no dia a dia. Um transporte público criminoso, deficientes que além de humilhados são agredidos, hospitais que são verdadeiras câmaras de tortura! Pagamos o imposto mais caro do mundo pra sustentar salários altíssimos dos políticos e falar disso tudo é clichê, é clichê falar de desigualdade.
Roubam os cofres públicos, matam mendigos, espancam gays, humilham deficientes, roubam quem perdeu tudo numa enchente e repetir isso é clichê. E a culpa disso tudo é sua! A culpa é minha, que botamos a culpa em alguém e não assumimos. A gente liga a TV e vê como o Japão se recuperou de uma tragédia no qual jamais veremos igual e como eles se preparam para isso não se repetir, enquanto aqui o povo da serra fluminense continua sem enterrar seus mortos e sem ter dinheiro pra recuperar suas vidas, esse dinheiro existe, mas foi roubado! E tantas outras atrocidades espalhadas pelo país inteiro.
Nossos representantes sempre conseguem desviar a nossa atenção e tornam, por exemplo, um crucifixo pendurado ou não na parede de um prédio público mais importante do que os crimes que cometem. Querem discutir se somos ateus, espíritas, cristãos laicos e o escambau! Podemos ser qualquer coisa, menos cidadão! E o que importa mesmo o povo não sabe, e não quer saber. Aliás, saber pra que? Pra postar sua indignação no Facebook? Sim, porque a rede social está transbordando de revolucionários, de patriotas indignados. E nas ruas, nas ruas são tão podres quanto os que estão em Brasília. Eu, você, eles! Não há diferença.
Criticamos o superfaturamento da copa, criticamos o preconceito dos políticos ultraconservadores, criticamos quem vê Big Brother, criticamos quem fuma maconha, quem não fuma, criticamos, criticamos, criticamos, e nos esquecemos de agir. Esquecemos de olhar para nós e perguntar: o que EU faço pra mudar o Brasil? Se alguém pergunta isso, logo outro alguém responde: “Eu não posso fazer nada, quem tem que fazer são os políticos”.
A quem diga: “Político é tudo igual” eu prefiro dizer que “Brasileiro é tudo igual”. Hipócritas do Oiapoque ao Chuí. Agora você volta postar suas indignações no Facebook, eu volto a postar as minhas no Youtube. E a verdade continua lá fora!
Tiago Atzevedo
segunda-feira, 19 de março de 2012
Entrevista Exclusiva PARTE 1
Entrevista Exclusiva PARTE 2
quarta-feira, 14 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
DEPUTADO PRETENDE CRIAR COMISSÃO PARA ACOMPANHAR BANCO DE HORAS DA PM
Uma comissão parlamentar para o controle do banco de horas extras dos servidores da Polícia Militar poderá ser criada este ano caso o projeto de lei 996/11, aprovado pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), em primeira discussão, no último dia 28, seja transformado
Assista a matéria ao vivo pela TV REDE PETRÓPOLIS as 19:30. se você não é de Petrópolis também pode acompanhar o Jornal Panorama ao vivo pelo site www.tvredepetropolis.com.br
Não esqueça, as 19:30h! Logo depois da matéria ao vivo você poderá assistir a entrevista completa com o autor do projeto, deputado Flávio Bolsonaro aqui no blog.
Tiago Atzevedo
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Prêmio Anu
O Anu-Preto é um pássaro presente em todo o Brasil, encontrado em pastagens, campos, jardins, entre outras áreas abertas. Durante o período colonial, os portugueses e espanhóis usavam este nome para insultar os escravos e as pessoas de pele muito negra. O tempo foi se tornando aliado do preconceito contra esse pássaro, bem como contra os negros, fazendo com que a ave fosse culturalmente odiada pela população. A ave se transformou oficialmente no símbolo do agouro.
A CUFA, mantendo a sua posição de quebrar os paradigmas, sobretudo os aplicados contra a população já estigmatizada, escolheu o pássaro Anu como o seu maior símbolo, a fim de fortalecer a cultura negra.
O PRÊMIO
Idealizado e realizado pela CUFA – Central Única das Favelas – O Prêmio Anu tem como principal objetivo destacar ações de toda natureza desenvolvidas dentro de Favelas em todo território nacional que contribuam para o desenvolvimento humano e social desses espaços. Identificando ações que tragam um novo significado para esses territórios e novas formas de convivências, o Prêmio Anu volta o olhar para essas iniciativas que colaboram diretamente para a melhoria de vida dos moradores, desconstruindo assim o estigma imposto a esses espaços e suas populações buscando a consolidação de uma sociedade mais justa.
O Prêmio Anu é muito mais do que um prêmio, mais que um símbolo; é o reconhecimento das ações desenvolvidas na busca do sentimento de vitória dos que nasceram invisíveis, por conta de sua condição social, e fazem a diferença.
O surgimento da CUFA partiu desta busca - da crença no protagonismo de milhares de jovens invisíveis que hoje têm voz, identidade e respeito. A partir de 2001, insistimos e conseguimos aproximar a favela do asfalto, promovemos encontros sempre acreditando que potencializar diálogos é a melhor forma de inserção. Ganhamos força política, pautamos, emponderamos e transformamos a vida de pessoas ao simplesmente lhes dar acesso ao que antes era inalcançável.
Em 2011 esta jovem organização celebra 10 anos de existência formal, e seguindo as comemorações, parabenizamos as Favelas de todo o Brasil pela luta em demonstrar seus valores. Parabenizamos os atores sociais, que interferem em prol da qualidade de vida nas regiões em que trabalham conscientes, sobre a necessidade de equilíbrio entre os poderes que se exercem sobre cada espaço, parabenizamos aqueles que mediam a paz e são encarregados diariamente pela transformação social, educativa, esportiva das Favelas.
O Prêmio Anu 2012, com o tema "Parabéns pra você" vem somar na grande celebração do aniversário de 10 anos da CUFA e faz da festa seu tema nesta edição. Nesses 10 anos a instituição trabalhou a fim de abrir espaços para as expressões artísticas que surgem nas áreas marginalizadas pelo mercado do entretenimento, educacional e do esportivo, contando a realidade a qual representa através de filmes, músicas, teatro, festivais. Demonstrando, de maneira concreta, o verdadeiro papel dessa organização na sociedade, pois essas expressões têm seu reflexo na formação da cidadania de jovens que vivem em zonas desfavoráveis, além de estimular sua auto-estima.
A CUFA vai ao encontro de ações realizadas em favelas de todo o país no desejo de igualdade, liberdade, compromisso e valorização da vida humana. Assim o Prêmio Anu unirá todas essas iniciativas exaltando suas mobilizações e atitudes.
Acreditando na integração como a forma mais eficaz de integração social, a CUFA escolheu o Teatro João Caetano do Rio de Janeiro para essa festa de cidadania.
Apesar de todos os estigmas as Favelas têm mais de um século de histórias e realizações e ao longo desse tempo, contribuíram para a formação da identidade cultural e social do país. Em meio ao momento singular de renovação dos movimentos sociais, o Prêmio Anu busca revelar aqueles que, apesar das dificuldades, interferem diretamente no dia a dia de suas comunidades com iniciativas para promoção do bem estar geral na busca de uma real integração social.